vou apenas te olhar e dizer "meu bem, eu sei"
redenção: ato ou efeito de redimir ou remir, que significa libertação, reabilitação, reparo, salvação.
quando a gente aprende a depositar as nossas fichas na gente mesmo algo interessante e assustador acontece: dá pra perceber que o bem que você se faz ninguém mais poderia fazer - em um espectro amplo de possibilidades - e que estar com as pessoas é, mesmo, uma escolha.
é claro que algumas pessoas vão estar no seu convívio querendo ou não (colegas de trabalho, aquele vizinho, aquele familiar....), mas essas não são as pessoas que estão na sua vida, aquelas que merecem seus momentos de atenção, sua risada até perder o fôlego, um bilhetinho inesperado ou um convite para tomar uma cerveja.
mas, essa proximidade abre espaço para que as vidas se misturem, se confundam. quantas vezes você se pegou pensando ou dizendo pra alguém "no seu lugar, eu faria assim"? tantos mal entendidos acontecem por falta de escutar mais do que falar e por escutar com a bagagem própria.... colocar-se no lugar do outro é muito mais difícil do que parece, ouvir o outro sem passar aquelas experiências pelo filtro da nossa bagagem é possível?
tenho praticado ser menos obstinada, deixar os espaços para que cada um complete. aquela história de que o tempo é bom conselheiro faz sentido, não porque ele passa sozinho e trás respostas, mas porque ele ajuda a mostrar as causas, ele joga luz nas incertezas.
cada um sabe de si, inclusive cada um sabe ou sente o momento de abrir-se com um outro. e se esse momento nunca chegar? tudo bem, saber ouvir supõe riscos também (como o de lidar com a ausência).
quando a gente aprende a depositar as nossas fichas na gente mesmo algo interessante e assustador acontece: dá pra perceber que o bem que você se faz ninguém mais poderia fazer - em um espectro amplo de possibilidades - e que estar com as pessoas é, mesmo, uma escolha.
é claro que algumas pessoas vão estar no seu convívio querendo ou não (colegas de trabalho, aquele vizinho, aquele familiar....), mas essas não são as pessoas que estão na sua vida, aquelas que merecem seus momentos de atenção, sua risada até perder o fôlego, um bilhetinho inesperado ou um convite para tomar uma cerveja.
mas, essa proximidade abre espaço para que as vidas se misturem, se confundam. quantas vezes você se pegou pensando ou dizendo pra alguém "no seu lugar, eu faria assim"? tantos mal entendidos acontecem por falta de escutar mais do que falar e por escutar com a bagagem própria.... colocar-se no lugar do outro é muito mais difícil do que parece, ouvir o outro sem passar aquelas experiências pelo filtro da nossa bagagem é possível?
tenho praticado ser menos obstinada, deixar os espaços para que cada um complete. aquela história de que o tempo é bom conselheiro faz sentido, não porque ele passa sozinho e trás respostas, mas porque ele ajuda a mostrar as causas, ele joga luz nas incertezas.
cada um sabe de si, inclusive cada um sabe ou sente o momento de abrir-se com um outro. e se esse momento nunca chegar? tudo bem, saber ouvir supõe riscos também (como o de lidar com a ausência).
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