mas agora é hora de me libertar

nenhum conceito poderia definir melhor os últimos meses: plot twist.

mudança radical na direção esperada ou prevista da narrativa

nessa reviravolta, o rotulador fica nervoso para colocar uma etiqueta: no que você faz, como faz, quem faz, quando faz... 

e o rotulador é interno e externo, lidar com os próprios pre-julgamentos a respeito de si é uma forma de libertação. não pretendo lidar com os pre-conceitos de outros sobre mim: primeira lição dessa etapa 2 do jogo

uma consequência positiva é passar por uma readaptação novamente, jogando fora um monte de coisas que não servem mais. descobrir que os papéis sociais - mesmo quando supostamente são rejeitados pelas pessoas com as quais você cruza o seu caminho - gritam bem alto, apontam o dedo, definem. 

não entender os códigos sociais é uma constante, e isso comprova a ideia de que o que não se pratica, se perde; o que não está em movimento fica obsoleto. 

e nesse twist, descobrir-se um pouco neurótica, um pouco decidida, um pouco superficial, um pouco apegada, um pouco de várias coisas. 

descobrir que as pessoas enganam muito bem e usam imaginários para ser pior do que quem é ruim. e acham que estão realmente enganando alguém... 

conversa mística, mitológica, política, "memística", religiosa, literária, musical, sexual, do senso comum, com ou sem senso de humor, discutir o que não existe - ou ser discutida -, suporte alheio, suporte próprio. 

até agora o melhor da mudança tem sido poder me comunicar, seja verbal ou não verbalmente. 

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