o sangue é quente, é de fazer o sonho ferventar
permitir: dar lugar, ocasião a; possibilitar.
certas decisões me fazem desacreditar, às vezes, da minha sanidade. os riscos parecem ser muito maiores que os benefícios e uma vozinha interior diz "você não deveria fazer isso. o que vão pensar de você?".
pois muito bem, passei a questionar essa voz interior, que eu tenho quase certeza que é a voz do "povo" (que não tem nada a ver com a voz de deus). a voz da sociedade, que fica regulando o que a gente deve fazer. a "sociedade" não é um ente superior, nem descolado de mim: sou sociedade também, logo reproduzo, aceito, dou força para certas vozes.
de forma análoga, também posso enfraquecer algumas vozes, dependendo das minhas decisões. e voltamos ao início: decisões que me fazem desacreditar da minha capacidade de discernimento. que bom que também tenho uma dose de rebeldia.
e nessas pequenas rebeliões ou revoluções, a vida toma forma e novos caminhos se abrem, fechando outros que mais pareciam um labirinto de bifurcações e ruas sem saída.
muitas vezes eu me perguntei sobre os motivos de tudo parecer sempre igual ou o motivo que faz com que uma decisão que se mostra ruim não possa ser revogada. a resposta? a inviabilidade que eu crio para as possibilidades.
então, decidi - contrariando a voz "interior" - que ia dar lugar às mudanças, aos novos caminhos, às formas de fazer diferente. transformar o paradoxo em realidade, descobrir que o impossível só o é quando a gente não está disposto, quando a vontade é mais declarada que sentida.
sinceridade, verdade, simplicidade, conceitos que vão sendo solapados pelo dia-a-dia, pelos afazeres, pelo medo do que se dirá, do que poderá parecer. o temor é um conceito com o qual eu não quero me aliar, prefiro o valor, a coragem, o querer saber ao invés do crer.
e nesse caminho, novas redes vão sendo criadas, novas possibilidades. e, em consequência direta, novas histórias de vida.
certas decisões me fazem desacreditar, às vezes, da minha sanidade. os riscos parecem ser muito maiores que os benefícios e uma vozinha interior diz "você não deveria fazer isso. o que vão pensar de você?".
pois muito bem, passei a questionar essa voz interior, que eu tenho quase certeza que é a voz do "povo" (que não tem nada a ver com a voz de deus). a voz da sociedade, que fica regulando o que a gente deve fazer. a "sociedade" não é um ente superior, nem descolado de mim: sou sociedade também, logo reproduzo, aceito, dou força para certas vozes.
de forma análoga, também posso enfraquecer algumas vozes, dependendo das minhas decisões. e voltamos ao início: decisões que me fazem desacreditar da minha capacidade de discernimento. que bom que também tenho uma dose de rebeldia.
e nessas pequenas rebeliões ou revoluções, a vida toma forma e novos caminhos se abrem, fechando outros que mais pareciam um labirinto de bifurcações e ruas sem saída.
muitas vezes eu me perguntei sobre os motivos de tudo parecer sempre igual ou o motivo que faz com que uma decisão que se mostra ruim não possa ser revogada. a resposta? a inviabilidade que eu crio para as possibilidades.
então, decidi - contrariando a voz "interior" - que ia dar lugar às mudanças, aos novos caminhos, às formas de fazer diferente. transformar o paradoxo em realidade, descobrir que o impossível só o é quando a gente não está disposto, quando a vontade é mais declarada que sentida.
sinceridade, verdade, simplicidade, conceitos que vão sendo solapados pelo dia-a-dia, pelos afazeres, pelo medo do que se dirá, do que poderá parecer. o temor é um conceito com o qual eu não quero me aliar, prefiro o valor, a coragem, o querer saber ao invés do crer.
e nesse caminho, novas redes vão sendo criadas, novas possibilidades. e, em consequência direta, novas histórias de vida.
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